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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Uma ideia

Quando Maria Isabel colocou em prática o que aprendeu na IURD ela começou a desfrutar das promessas de Deus

Dívida, desemprego, saldo negativo no banco, débito de mais de 100 mil reais. Esses eram os problemas financeiros de Maria Isabel. Ela relata que não tinha mais perspectiva de um dia conseguir mudar tal situação.


Após aceitar um convite para participar das reuniões de segunda-feira, a fé que estava adormecida dentro de Maria despertou, e ela recebeu direção para lutar e vencer o momento crítico. Aliando a fé em Deus às palestras do Congresso Empresarial, ela teve uma ideia que mudou tudo. Confira:



Participe nesta segunda-feira da corrente da prosperidade em um Cenáculo do Espírito Santo mais próximo de você.

SANTO CULTO NO RIO DE JANEIRO BP MACEDO 22 01 12

Soldado em guerra própria

A vontade de Deus é que o Seu povo viva uma vida perfeita, mas é preciso enfrentar lutas para conquistá-la



Como é que você se sente quando tem a percepção de que perdeu algo que deveria ser seu por direito? 


Agora, aprenda a usar essa indignação que sente de forma produtiva! 


No caso do povo de Israel, numa determinada época da sua história, além de estarem privados da sua liberdade, havia a promessa de uma terra que já estava previamente habitada. Que leitura fazer disto? 


Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu. Êxodo 3.7-8 


Transportando esta realidade para os dias de hoje, observamos que a vida que o povo cristão deveria desfrutar está, de fato, sendo usufruída por outras pessoas. Com a casa penhorada, o carro com prestações em atraso, recebendo salário mínimo, a empresa à beira da falência e a família à beira da ruptura, a felicidade é uma palavra inexistente no seu vocabulário. Todavia, você olha para o lado e vê pessoas que chegam a negar a existência de Deus, mas que ostentam o equilíbrio que tem faltado à sua própria vida. 


Porém, engana-se se espera facilidades, pois, para conquistar o que Deus prometeu para a sua vida, terá que travar a sua própria guerra, expulsando os “povos inimigos” que, à semelhança dos que ocupavam a terra prometida, se consideram donos da sua família, do seu corpo, do seu casamento ou da sua empresa. 


Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo descansou. E viu que tudo era perfeito. Eram seis os povos que ocupavam a Terra Prometida: o cananeu, o heteu, o amorreu, o ferezeu, o heveu e o jebuseu. Estas 6 nações estavam no lugar dos filhos de Deus, a Nação Israel. O número 6 representa o número do homem, o imperfeito, a criatura. Na realidade, os “EU’s” estavam no lugar daqueles a quem o EU SOU (O Deus Vivo) tinha prometido uma vida saudável, próspera e segura, que é a Terra Prometida. 


O Sétimo povo, a Sétima nação seria a que tomaria posse, a que entraria na Terra Prometida, o Povo de Deus, os Seus filhos, por meio do sacrifício – para que vivessem a verdadeira maravilha. 


A vontade de Deus é de que o Seu povo viva uma vida perfeita, ou seja, que desfrute de uma família unida, de um corpo saudável, do sucesso profissional, seja sentimentalmente realizado, e é por isso que o Sacrifício para Deus exige que façamos tudo o que está ao nosso alcance, para que o nosso sonho seja realizado!


(*) Texto retirado do blog do bispo Júlio Freitas.

domingo, 22 de janeiro de 2012

O DIA DO ARREBATAMENTO ..

Agitação de grandes centros urbanos não pode roubar a união familiar

Independente do tempo disponível para isso



Pais trabalhando por tempo integral, filhos em escolas e atividades diversas durante o dia todo. Em qual momento há tempo para a conversa e convivência familiar?
Segundo a psicóloga Margarete Volpi, quando se vive em grandes centros urbanos, a dinâmica de vida é muito corrida e tudo coopera para que as famílias tenham pouco tempo juntos. “Estar à mesa é importante para que todos compartilhem como será o dia ou como foi. Pelo menos em algum momento, a família tem que conseguir ser família, porque este contexto onde todos estão juntos permite que cada uma destas pessoas tenha a sensação de estar no ninho, de pertencer a algo, que é a família de origem.”
E esta proximidade influencia no crescimento pessoal e na formação do caráter, pois cada um terá oportunidade de observar o outro. “Ter este relacionamento familiar próximo possibilita, por exemplo, que o filho observe os traços do pai e da mãe, o que é bom de um e de outro. Se a família compartilha alguma refeição, fica mais fácil de estabelecer regras e também de não se tornar uma família desconectada”, explica Margarete.
De acordo com ela, nos grandes centros urbanos, as crianças têm muitas atividades, o que é na verdade, um jeito de ocupar o espaço que seria dos pais. “E isso não acontece nas pequenas cidades, onde os hábitos são muito simples e existe menos diversão fora do que dentro de casa.”
É por este motivo que a psicóloga ressalta que as famílias que vivem em grandes cidades devem se esforçar ao máximo para estar perto um do outro. “Os pais devem cultivar a vida social dentro de casa. Para isso, é importante que os filhos tragam seus amigos para casa e, se isso começa desde cedo, ele também fará na adolescência.”
Além de manter a vida social conectada com a família, é de suma importância encontrar um tempo para que todos se dediquem a estar juntos. “Existe possibilidade para tudo. Se de manhã não dá para estar à mesa juntos por causa dos compromissos diferentes, à noite todos chegam perto do mesmo horário e é possível jantarem. Tudo é provável de alguma forma, se existir o desejo de estar junto. Mas não é difícil, basta colocar em prática”, finaliza Margarete Volpi.

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA MORRER ??

DEUS ESTÁ SEMPRE POR PERTO