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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Templo de Salomão, um Santo Lugar

O Exemplo de uma Miss


No concurso de Miss Universo 2011 realizado em São Paulo – uma resposta da Miss Filipinas Shamcey Supsup que ficou em quarto lugar gerou um debate após ela afirmar em sua resposta que “Amo meu Deus” e isso poderia ter lhe custado a coroa.

A juíza Vivica  A. Fox perguntou à Supsup durante as seção de perguntas e respostas se ela mudaria sua religião para se casar com a pessoa que ela amasse. Supsup respondeu:
“Se eu tiver que mudar minhas crenças religiosas, eu não casaria com a pessoa que eu amo porque a primeira pessoa que eu amo é Deus que me criou e eu tenho minha fé e meus princípios e isso é o que me faz ser quem eu sou”. e  acrescentou, “E se essa pessoa me ama, ele deve amar meu Deus também”.

Fé e Coragem

Fé e coragem andam juntas. Não há fé sem coragem, assim como não há coragem sem fé. Uma depende da outra para se conquistar.
Três vezes Deus ordenou Josué ser forte e corajoso. A força aqui não trata do vigor físico. Mas a força espiritual que diz respeito a convicção pessoal.
Tudo na vida depende de fé e coragem. Fé para acreditar em si mesmo e sobretudo em Deus; coragem para colocar essa fé em prática.
A fé tem de ser focada em parceria da pessoa com Deus. Fé em si mesmo e em Deus. Quando a fé é focada só em Deus não funciona. É o caso, por exemplo, dos religiosos. Aprenderam a crer em Deus, mas não em si mesmo. Daí a falta de força necessária para se praticar a fé. Por conta disso não se vê resultados práticos da fé no dia-a-dia.
Apesar de ter sido chamado, escolhido e ungido Josué tinha de observar o conselho Divino para ser bem sucedido. Deus insistiu três vezes consecutivas para ele ser forte e corajoso porque disso dependeria seu sucesso. Moisés já lhe tinha dado o mesmo conselho antes. E Davi também passou o mesmo para Salomão.
Será que esse conselho já perdeu o sentido hoje em dia? Qualquer conquista, incluindo a salvação eterna, depende desse conselho colocado em prática.
A ordem Divina é: fé e coragem! Em outras palavras: sê forte e corajoso!

BP. Macedo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A camisa branca e o carvão


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra.

O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.

Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu.

Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

No nosso dia a dia, ficamos muitas vezes irados com as pessoas que nos ferem, e o rancor humano faz com que tenhamos raiva ou ódio de nossos semelhantes que pecaram contra nós, mas como este pequeno conto tão bem ilustra, o ódio traz mais consequências e marcas em quem odeia do que em quem é odiado, ouse perdoar a quem te machucou, ouse perdoar a seu semelhante, mesmo que ele não mereça, no final quem sairá ganhando com certeza será você.